The Summer Hunter, o lado solar da vida

Blog, página 143

Banhistas num flutuante de madeira sobre as águas escuras do Rio Negro
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Por uma moda solar, tecnicolor e refrescante

Se a vida é a arte do encontro, que eles aconteçam na praia. Depois de explorar os sete mares, o Rodrigo desistiu de surfar ondas neozelandesas para trazer as beleza da cidade de Foxton para o Rio, por amor. É que o Rodrigo e a Marcella se conheceram na praia e estão juntos desde então, construindo uma nova moda masculina, com todos os tons de liberdade que o sol pode refletir. E é assim que há 12 anos a Foxton vem ganhando espaço entre rapazes de alma e coração cariocas e agora está em um momento brilhante, levando um mundo colorido, inusitado e vibrante para diversos cantos do Brasil. Como dizem os surfistas: o mar subiu.

Ilustração de uma nota de dinheiro com rosto de sol sobre uma duna lilás
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Sob o sol (e no divã) do Rio de Janeiro

Quando se traveste o inverno de verão, só Freud explica: vem da infância o amor pela praia, que leva a carioca Marcella Franklin, de 28 anos, a costurar as estações em uma só – aquela em que o sol brilha mais. Os sintomas agudos dessa relação intensa deixaram marcas profundas na vida e na pele da estilista, cujo tom dourado revela uma intimidade um tanto obscena com o astro-rei, daquelas que a gente inveja e admira quase na mesma proporção. Para completar o cenário idílico, Marcella Franklin desfila seu bronzeado cinematográfico pelas areias do Rio de Janeiro em uma silhueta que poderia pertencer às capas de revista – mas os flashes não lhe atrapalham a visão: a bela prefere mesmo é o trabalho anterior aos cliques. Fundadora da Haight Clothing, uma marca de beachwear em constante crescimento, a carioca, que por anos desenhou para a ala feminina da Ausländer, mostra que tem talento também para os negócios, porque na praia ou no escritório, a loira não dá ponto sem nó.

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Alma gringa em pele bronzeada: o lado brazuca de Dimitri Mussard

O nome dele é Dimitri Mussard, mas poderia ser Dimitri do Brasil. Assim como sua empresa, a Acaju do Brasil, uma consultoria e loja multimarcas que descobre grifes alternativas e descoladíssimas mundo afora e traz para cá. É que, apesar do sobrenome estrangeiro, do sotaque gringo e dos olhos azuis, esse francês fez do nosso país sua casa e adotou o bronzeado como estilo de vida. Seja nas areias da Barra do Sahy, no litoral paulista, ou em qualquer outro lugar onde o sol esteja batendo sem dó. Diga-se de passagem, ele conhece nossa terra melhor que muitos locais. De mochila, viajou de Florianópolis à Chapada Diamantina, dos Lençóis Maranhenses ao Rio de Janeiro. Em uma dessas, virou fã de açaí, sabor que trouxe para o cardápio de sua sorveteria, a DriDri, aberta em conjunto com o amigo Nicolas, que conheceu em um internato na França e com quem compartilha gargalhadas diárias durante o expediente. Até Rondônia ele visitou, só para ver de perto quem fornecia a madeira usada na construção da sua casa de campo, em Catuçaba, interior de São Paulo, seu novo refúgio, bem no meio do mato. “A casa é linda, mas foi pensada para que a gente curtisse o lado de fora, onde está o mais bonito de tudo: a natureza brasileira”.

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Ela voa alto, rumo ao infinito e além

São cliques e mais cliques que nos levam a diversas páginas, mas a lugar nenhum: é muito touch para pouco toque. Ou era? Quem nos faz repensar o tempo verbal dos nossos velhos hábitos modernos é Isabella W. Cunha, a carioca de 31 anos que ligou o mundo real ao virtual – ou vice-versa. Fundadora do + Asas, uma plataforma de experiências únicas, Isabella nos prova o óbvio: que em tempos de muros e fronteiras, as pontes continuam sendo a nossa melhor (e possivelmente única) solução. Conectando curiosos a anfitriões locais apaixonados e apaixonantes, o projeto idealizado pela carioca tem lá a sua parcela de risco: não mais conseguir voltar à realidade previsível de quem faz turismo sem sentido e, principalmente, sem sentir. A propaganda enganosa de um é o dia-a-dia de outro. Ou, nesse caso, de outra – Isabella te dá asa. Mesmo.

Mão segurando o livro The Summer Hunter contra o céu azul
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Ao mestre, com carinho

A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como poesia: Jean Philippe Rosier é um dos entusiastas de um “iluminismo” tropical bastante particular, resultado de sua própria revolução francesa – e japonesa também. Das batalhas napoleônicas que aceitou para si, provavelmente nenhuma lhe custou tanto sangue e tanta luta quanto a missão de colonizar o Rio de Janeiro, instaurando ali um novo reinado para a Perestroika, uma escola criativa gaúcha como ele. Nos momentos bons e nos difíceis (porque ruins não houve), Jean se manteve constantemente no front da operação e levou o negócio à vitória – mas não o fez intacto; seu coração grande é alvo fácil para a vida. O músculo pulsante que o colocou na sociedade da Perestroika foi também o que lhe impeliu a deixar a gestão diária da escola para assumir apenas algumas aulas. Jean pretende aproveitar mais e melhor seu tempo livre cumprindo o seu chamado: ser explorador — dos mares e dos homens.

Via Rio: de asa-delta no verão sueco

O verão chegou no Hemisfério Norte e mesmo que sol e calor não sejam as primeiras palavras que nos vêm à cabeça quando pensamos na Suécia, o novo hit fashion de Estocolmo é justamente uma marca de biquínis vintage, a Via Rio. Uma publicação compartilhada por V i a R i o (@via_rio) em 3… Ver artigo

Superfície líquida: uma expo pra contar a história do surf no Brasil

Em cartaz até o dia 30 de junho na Fauna Galeria, em São Paulo, a coletiva “Superfície Líquida” traz para o mesmo espaço trabalhos inéditos e nomes tarimbados e emergentes da fotografia nacional: Klaus Mitteldorf, Bruno Alves, Demian Jacob, Peu Mello e Rafael Uzai. O tema: o surfe como esporte e manifestação de estilo no… Ver artigo

Inverno em Ilhabela: 5 coisas pra fazer no frio

Depois de um final de semana agitado, em que a ilha recebeu a segunda edição do Vento Festival, evento pé na areia que mistura shows e palestras, Ilhabela volta às sua normalidade. Mas mesmo no inverno os programas culturais, gastronômicos e esportivos pra se fazer por lá não são poucos. E a Anna Penteado, curadora… Ver artigo

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Do Leblon ao Cantagalo, ela democratizou o hip hop no Rio

Do camarote mais badalado da Sapucaí passando pelo pagode privê na casa de Paula Lavigne – com direito à ilustre presença de Mick Jagger – até os pagodes do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, pode apostar: Nicole Nandes é presença certa. Vai, e vai de coração aberto, sem meter marra, como gosta de dizer. Foi assim, aliás, bem de mansinho, que essa branquela platinada entrou no circuito da black music ganhando respeito e amigos. Tem como padrinhos de coração Marcelo D2 e o Tuca Bezerra, que deram carinho e cuidado ao apresentar à mineira então com 21 anos, recém-chegada ao Rio de Janeiro, o circuito do rap e do hip hop carioca. De lá pra cá, conquistou fama como hostess de casas lendárias como o Dama de Ferro e a 69, e fãs ao criar, há sete anos, a sua festa de hip hop Luv, febre numa escala de 0 a 10 da fama e do dinheiro. Agora quer menos badalação e mais cultura. E amor, sempre, de preferência a bordo do seu bonde, o bonde do amor.

8 picos pra curtir o verão o ano todo

O verão no Brasil acabou, mas o sol sempre brilha em algum lugar do planeta. Aqui, uma seleção de destinos para fazer a estação mais quente durar o ano todo. JUNHO Oracabessa, Jamaica Máx: 31º / Min: 24º Deixe de lado aquela impressão que você tem da Jamaica onde tudo o que importa é o… Ver artigo

Mão segurando o livro The Summer Hunter contra o céu azul
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Bela, arretada e do mar

Sem temer quem lhe adora à própria sorte, Carolina Martins não foge à luta e prova que lugar de mulher é mesmo no tanque – de guerra! No front de uma revolução pra lá de pacífica, a carioca de 33 anos é a mentora do Na Praia, um app original que banhou de tecnologia a orla do Rio de Janeiro, unindo, em poucos cliques, banhistas a ambulantes e barraqueiros. Arquiteta por formação, Carol enfrenta suas batalhas (e seus medos) na base do instinto e da sinceridade, e encara de peito aberto as dores e as delícias do empreendedorismo em tempos líquidos. Com cicatrizes no corpo e na alma, a carioca boa de praia não teme deixar-se à mostra e prova que as marcas que tanto contam seu passado dizem ainda mais sobre seu futuro: ela vai até onde (e até quando) bem entender. Custe o que custar.

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Em busca do prazer de ler, aqui, ali e em qualquer lugar

A Rachel é uma daquelas pessoas que gosta de descobrir arte nos lugares mais improváveis e tem como um dos seus principais prazeres passar horas entre os livreiros que se apinham em torno da estação Carioca do metrô, imersa em histórias que, muitas vezes, ninguém conhece. Esse é apenas um dos inúmeros traços de sua personalidade envolvente e de seu olhar encantador, que fez com que sua estante de livros se transformasse em uma editora, que nasceu entre brincadeiras com bolhas de sabão em Chicago – daí o nome, A Bolha Editora – e que está presente nas mais diversas feiras e tem até uma bike-livraria. Conversar com ela, mesmo para quem não a conhece, é como bater um longo papo com aquela velha amiga que tem várias histórias incríveis de viagens e te transporta para um hotel de artistas em Nova York, por exemplo, com a mesma facilidade que te leva para seus tempos de estudante de filosofia em Paris. Nascida em Minas Gerais, erradicada em Brasília e criada pelo mundo, Rachel escolheu o Rio de Janeiro, mais especificamente o terraço da antiga Fábrica da Behring, no bairro de Santo Cristo, para sua nova empreitada em que trabalho é sim, sinônimo de prazer.

Podcast

Capa do episódio: O amor está em crise? — com Carol Tilkian e Carol Loback

Em áudio e vídeo, o Desenrola reúne convidados especiais pra falar sobre os dilemas e os prazeres da vida adulta.

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Ilustração de um sol, uma lua e um cogumelo conversando

Toda quarta, miniguias dos nossos destinos preferidos pelo Brasil. Às sextas, um mergulho profundo nos assuntos que valem o seu tempo.

Revista

Três edições impressas da revista The Summer Hunter sobre a areia

Nossa publicação anual, com acabamento de livro, 140 páginas e três capas pra você escolher.