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Vila Romana

Vila Romana

Ruas arborizadas, comércios familiares e casarões que resistem à especulação imobiliária mantêm vivo o clima de bairro em São Paulo.

BOM PARA
comer bem / caminhar ao ar livre
ARREDORES
sesc pompeia / bourbon shopping
COMES E BEBES
pizzas / massas / pães / drinks / cafés e brunch
MOVIMENTO
tranquilo
Condô Cultural
Livraria Cabeceira
Casa Trigo
Celeiro Arimbá
Sucinta Bar
Velhas Piratas

Entre a Lapa e a Pompéia, a Vila Romana nasceu como um reduto de imigrantes italianos e até hoje guarda traços dessa origem, seja pela quantidade de pizzarias e cafeterias, seja pelos casarões do início do século 20 que resistem ao processo de verticalização da capital paulista. Bastante residencial, o bairro mantém o clima de boa vizinhança e conta com uma gama de pequenos comércios, iniciativas culturais e restaurantes familiares. Confira nossas dicas.

Coisas legais

Casa Amarela da Vila Romana

Construída por um imigrante italiano nos anos 1920, hoje funciona como espaço cultural e promove exposições, rodas de conversa, lançamentos de livros e outros eventos.

Livraria Cabeceira

Com um pequeno jardim nos fundos, o sobrado na Praça Alfredo Weiszflog tem estantes cheias de literatura brasileira e estrangeira, entre títulos de artes, humanidades, gastronomia e infanto-juvenis.

Teatro Cacilda Becker

Inaugurado em 1988, homenageia uma das maiores atrizes brasileiras. A programação reúne peças, festivais e atividades formativas.

Giardino & Arte

Antiquário com curadoria de móveis, tapetes, quadros, louças e porcelanas. É também ateliê de flores, além de oferecer serviço de jardinagem e paisagismo.

Selo Anthony Bourdain de qualidade

O chef norte-americano esteve em São Paulo em três ocasiões diferentes. Em uma delas, 20 anos atrás, ele foi parar no Valadares, que desde 1962 ocupa a esquina das ruas Crasso e Faustolo. Ali, nos limites com o bairro da Água Branca, Bourdain provou testículo de boi à milanesa, petisco que continua no cardápio do tradicional boteco.

Pelos arredores

Vizinhos da Vila Romana, outros dois pequenos bairros, a Vila Anglo Brasileira e a Vila Ipojuca, também rendem boas paradas. Vale pegar um pão de fermentação natural na Forno Fecchio, conhecer a carta de vinhos e os pratos autorais da chef Dadis Vilas Boas no Sucinta Bar, provar as carnes na brasa do Chango Assador e terminar o dia comendo uma pizza na Vituccio Pizzeria.

Vila Anglo Brasileira

Condô Cultural

A edificação que já abrigou escola, maternidade e hospital hoje funciona como associação cultural e espaço de trabalho pra artistas e empreendedores. Aos domingos, rola um café da manhã caipira preparado pela Venda Escondida.

Catimba

De frente pra Praça Rio dos Campos, a cervejaria conta com rótulos próprios de cerveja e cachaça, além de drinks e beliscos. Também tem picolés e uma linha de produtos com camisetas e cartazes.

Zebra Agrícola

Meio escondida numa travessa exclusiva pra pedestres, a tabacaria artesanal mantém uma agenda de festas, eventos e lançamentos de livros, sempre com programação musical.

Bar Grandes Amigos

Também conhecido como bar da Vânia, organiza rodas de samba de quarta a domingo. O esquema é pegar uma cerveja de garrafa ou um drink no bar e curtir o som da calçada.

Vila Ipojuca

Guacho Plantas

De casa nova desde agosto, a loja instalada na Praça Sá Pinto reúne diferentes espécies de plantas e dá dicas pra quem precisa de uma mão nos cuidados com o jardim.

Avinha

De quarta a sábado, coloca cadeiras de praia na calçada e serve taças e garrafas de vinho, além de comidinhas como empanadas e focaccia.

Ipo

Em um galpão amplo, com sofás, mesinhas e até espaço pra uma partida de sinuca, serve drinks clássicos e autorais. Toda semana, um DJ diferente assume a trilha sonora.

Hilda Botequim

Dedicado à cozinha mineira, tem petiscos fritos e assados, harmonização com cachaças e algumas opções de pratos, como feijoada e baião de dois.

Confetes e serpentinas

As ruas ficam mais coloridas no Carnaval, quando vários blocos saem em cortejo pelo bairro. O Ano Passado Eu Morri, que se concentra na Praça Jesuíno Bandeira, toca todas do Belchior. Já o Saia de Chita também tem uma versão pra crianças, o Sainha. Os Filhos de Plutão e o Cordão Cheiroso arrastam a festa pela região, que tem atraído cada vez mais foliões, mas possui ruas estreitas demais para os megablocos.

Onde comer e beber

Jovina Patisserie

De eclair a tiramissu, essa confeitaria autoral tem doces variados, salgados, gelatos e cafés. Não deixe de provar o bolo de coco.

Celeiro Arimbá

Da chef capixaba Angelita Gonzaga, valoriza receitas caipiras, como a galinhada e o tropeirinho. Os pastéis de angu são pedida obrigatória.

Casa Trigo

Com mesinhas na calçada, a padaria artesanal tem ótimas opções de folhados, doces e toasts, além de um brunch generoso.

Velhas Piratas

Esteiras de palha nos degraus em frente ao bar criam um espaço gostoso pra comer e beber. Prove o pastel de banana-da-terra com queijo coalho ou o bolinho de camarão.

Esquina do Souza

Terceira unidade do famoso boteco da Zona Oeste, com mais de 300 receitas criativas de caipirinhas, além de chope gelado e coxinha premiada.

Varanda 228

Eleita pelo público a melhor pizza da cidade no concurso SP8 Pizza, conta com cobertura farta, borda crocante e massa feita em fermentação lenta. Em reforma, a unidade da Vila Romana reabre as portas no final de novembro.

Tobia’s Bar

O mascote é um chihuahua, que às vezes marca presença durante o happy hour agitado. No cardápio, sanduíche de cupim, baião de dois e pratos executivos servidos de quinta a sábado.

A Coruja

No esquema rodízio ou à la carte, a churrascaria vegana serve kafta, peixe, linguiça e frango plant-based, além de acompanhamentos clássicos, como farofa e milho grelhado.

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